

The region of the Vinhos Verdes, i.e. young wines with high acidity. There are red and white Vinhos Verdes, where the whites are the best known. The Vinhos Verdes represent about 25% of Portugal's wine production dar. Although about three-quarters of them red wines are exported only the whites.
Dominant Grapes: Alvarinho, Loureiro, Pedernã, Trajadura, Espadeiro.
Minho (D.O.C)
All the wines are light, fresh, and intended for drinking within a year. At less than 1 bar of CO2 pressure they do not quite qualify as semi-sparkling wines but do have a definite pétillance caused by a secondary malolactic fermentation.
The region is divided into six areas:
- Amarante - Amarante, Marco de Canaveses
- Basto - Cabeceiras de Basto, Mondim de Basto, Ribeira de Pena
- Braga - Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Fafe, Guimarães, Póvoa do Lanhoso, Santo Tirso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão, Vila Verde
- Lima - Arcos-de-Valdevez, Ponte de Barca, Ponte de Lima, Viana do Castelo
- Monção - Melgaço, Monção
- Penafiel - Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel
The grapes permitted by the D.O.C are as follows :
- Recommended white grapes: Alvarinho, Avesso, Azal-Branco, Batoca, Loureiro, Pedernã and Trajadura
- Permitted white grapes: Branco-Escola, Cainho de Moreira, Cascal, Douradinha, Esganinho, Esganoso de Castelo de Paiva, Esganoso de Lima, Fernão Pires, Lameiro, Rabigato, S. Mamede and Semilão
- Recommended red grapes: Azal Tinto, Borraçal, Brancelho, Espadeiro, Padeiro de Basto, Pedral, Rabo de Ovelha and Vinhão
- Permitted red grapes: Doçal, Doçal de Refóios, Espadeiro Mole, Labrusco, Mourisco, Pical Pôlho, Sousão and Verdelho Tinto.
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